Mãe

Abril 22, 2008 · 1 Comentário



Debaixo do chuveiro, porta trancada, Ronaldo fechava os olhos e se masturbava. Lambuzava as mãos de sabonete, água caindo no rosto, e brincava com o corpo. Todo o santo dia.

Pensava nas amigas do colégio, na faxineira, nas primas… No dia em que completou 15 anos começou a pensar na própria mãe. Foi assim, sem mais nem menos. Dali em diante, toda a sua energia dispensada era para ela. Passou a inventar historinhas para dormir ao seu lado. De camisola longa, sem roupa íntima, esperava ela pegar no sono para começar a brincar.

Meses depois assumiram o caso. E até hoje ninguém entende o que é o verdadeiro amor de mãe.

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1 resposta Até agora ↓

  • fabi // Abril 25, 2008 às 8:04 pm

    jesus, quanta infâmia! agora eu comento, viu? tirando esse, que com mãe não se brinca, é sagrada, tô gostando dos seus contos. beijo

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